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Losna - Artemisia absinthium L

Disponibilidade: Imediata
Data de lançamento: 30/03/2022
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Losna -  Artemisia absinthium L 

Origem: Brasil

  • Seu nome científico é Artemisia absinthium L, mas também é conhecida como erva dos vermes, absinto, acintro, erva de santa margarida, alvina, vermute.
  • A losna tem um porte pequeno, é uma planta herbácea que pode medir até um metro de altura. A folha de losna, assim como seus talos, são utilizados para a produção do chá, forma como é muito consumida.
  • A losna é uma planta com diversos componentes químicos importantes, entre eles podemos destacar resinas, ceras, taninos, vitamina B6 e C, fitosterol, substâncias carotenoides e flavonoides, ácidos orgânicos, princípios amargos e óleo essencial.

 

Artemisia absinthium (conhecida também como Losna)

  • É o ingrediente principal da legendária bebida Absinto. Foi inventada em 1872 por um médico francês. Criada para efeitos medicinais tornou-se muito popular como bebida recreativa. Era o licor preferido de Van Gogh, Rimbaud, Baudelaire, Toulouse-Lautrec entre outros. Inicialmente chamada de “fada verde” ou “deusa verde” e posteriormente “a praga” ou “a rainha dos venenos”. O Absinto comercialmente vendido, não era um licor, e sim, uma bebida destilada.

 

  • O absinto é um estimulante psíquico. O seu efeito é narcótico, levemente anestésico, e proporciona uma sensação de paz e relaxamento. Se misturado com álcool ou tomado em doses elevadas pode causar alucinações. Tem fins psicoativos e medicinais, e tem sido usada contra o reumatismo, a gota e o verme solitária (Tapeworm ou Tênia solium), sendo daí que surgiu a denominação inglesa de ”wormwood”. O chá de absinto tem um efeito positivo durante os períodos de pós-gripe e pós-infecciosos e também aumenta o apetite.

 

  • O absinto é uma planta de sabor amargo e aspecto delgado, com folhas verde-cinza e pequenas flores amarelas. Em 1915 a produção do licor foi proibida, mas voltou a ser recentemente legalizada em todos os países europeus. Seu princípio ativo é a Tuionaque a união européia limita sua quantidade a 10 partes por milhão (PPM).

 

  • Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.

 

  • O absinto pode ser venenoso em doses altas. O uso intenso e prolongado pode causar habituação, declínio físico e mental e provocar nervosismo, ansiedade e cãibras. Doses altas podem causar dores de cabeça e tonturas. Doses mais altas são psicoativas e têm efeitos paralisantes. A overdose causa diarréia, perda da consciência. Depois de preparares o licor, toma primeiro um pequeno cálice e espera cerca de uma hora pelo efeito. Tenta novamente noutra oportunidade. É melhor dosear a menos e sem efeitos, do que demais se arriscando a envenenamento ou vômitos. Não conduza veículos motorizados sob a influência do absinto.

 

Curiosidades: 

  • A palavra "vermute" tem tudo a ver com a losna: significa "warmwurz", ou seja, "raiz quente" e é o nome da losna em alemão. Já em grego, a palavra losna significaria "privado de doçura". A medicina popular desaconselha o uso da losna por mulheres em fase de amamentação, pois a planta "torna o leite amargo".
  • O absinto é famoso desde tempos muito antigos, pelas suas virtudes medicinais, sendo inclusive citado num papiro egípcio que data de 1.600 a.C.