10 grs Rapé indígena Tsunu - Tribo Yawanawa

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10 grs Rapé indígena Tsunu - Tribo Yawanawa

 

O rapé Tsunu é feito com casca de Pau Pereira e Tabaco. Utilizado normalmente para descarrego, limpeza e aterramento. Com a intenção direcionada, também é muito bom para nos conectar com a Mãe Terra. É um rapé forte, indicado para pessoas que já possuem alguma experiência com a medicina.

 

Se trata de uma medicina muito especial, utilizado durante pajelanças realizadas com Huni (Ayahuaska), Rapé e Sepá, que é uma defumação extraída de uma árvore. Além dessas plantas de poder, os Yawanawa utilizam a caiçuma (bebida fermentada de macaxeira ou milho), o Kampum ( o leite de uma rã da amazônia, utilizado como vacina) e o Rarë Muká; que, na tradição Yawanawa, é a mãe da floresta, ela é todas em uma só. Para se tornar Pajé no mundo Yawanawa, é preciso passar um ano na dieta do Rarë.
Esse rapé tem uma alquimia simples, porém bastante interessante: sua base é o tabaco bem picado e pilado, e a mistura é a cinza da casca de uma árvore amazônica, que os Yawanawa chamam TSUNU.Esse rapé possui um alcalóide ativado pela combustão da casca de Tsunu durante a sua confecção, por isso as propriedades medicinais são intensas.
Para os Yawanawa, o rapé, a mistura da cinza com tabaco, pode expulsar qualquer coisa ruim e malefício que possa estar atrapalhando a vida da pessoa, agindo no ponto em que a pessoa necessita.A casca de Tsunu, considerado pelo farma-cêutico brasileiro Gustavo Peckolt (1861-1923) uma das 10 plantas medicinais brasileiras mais importantes, é empregada na medicina popular para tratar malária, inapetência, má digestão, tontura, prisão de ventre e febres. Sua madeira serve para a construção e para a fabricação de cabos de ferramentas. No Rio de Janeiro antigo, também eram comuns, nos botequins, garrafas de cachaça com cascas de pau-pereira. Os boêmios da cidade atribuíam à bebida propriedades revigorantes e estimulantes do apetite sexual, já descritas pelos indígenas. Os primeiros registros científicos do uso do pau-pereira em tratamentos médicos surgiram em teses da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e na Revista Médica Fluminense. Entre outras citações, aparece a primeira prescrição, de banhos com águas obtidas a partir do cozimento das cascas de Tsunu, do médico brasileiro Joaquim José da Silva (1791-1857), à escrava de sua irmã, que sofria de febres intermitentes. O relato menciona que a escrava foi curada no segundo dia de tratamento, resultado que estimulou o médico a continuar prescrevendo tais banhos para pacientes com febres.

 

A forma tradicional de preparar rapé é utilizando fumo de rolo. Esse fumo é vendido enrolado em palhas de palmeira. O tabaco é fracionado com uma faca (migado) e depois torrado cuidadosamente em uma panela seca, sem deixar que se incendeie. Os outros temperos também costumam ser torrados, pois depois disso é necessário colocar o conteúdo em um pano fino, como o utilizado para fraldas de algodão, enrolado, e golpeado com um bastão para ir soltando o pó fino. Esse pó fino, sem resíduos, é o rapé pronto para ser inalado.

Os caboclos usam rapés para entrar na mata para se harmonizarem com os seres da floresta.

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